diferença entre vegano e vegetariano

Diferença entre vegano e vegetariano: guia completo!

Devido a maior facilidade no acesso à informação e à gradativa inclusão do tema da sustentabilidade na mídia, as pessoas estão tendendo a modificar cada vez mais suas dietas alimentares e hábitos de consumo. Prova disso é o fortalecimento do mercado especializado nos ramos vegetariano e vegano. Você sabe a diferença entre vegano e vegetariano?

Entretanto, apesar de as pessoas compreenderem a relação do vegetarianismo e do veganismo com a sustentabilidade, o significado exato de cada conceito ainda gera confusão. Um erro bastante comum, por exemplo, é achar que vegetariano e vegano é a mesma coisa. Mas não é.

A diferença básica entre esses dois conceitos é a seguinte: enquanto o vegetarianismo é adotado mais por questões de saúde, religião ou até mesmo estética, o veganismo é uma verdadeira filosofia de vida, envolvendo o máximo possível de consciência ecológica.

Ou seja, para o vegano não basta deixar de comer carne: há que se estender a luta contra a exploração animal para os demais setores da sociedade de consumo, como as indústrias da moda, cosméticos e produtos de limpeza.

Para auxiliar a contextualizar o tema e facilitar a compreensão dos conceitos, preparamos este guia com as principais diferenças entre veganismo e vegetarianismo. Trouxemos também informações adicionais envolvendo as origens dos termos, aplicações no mercado, questões nutricionais e relações com a sustentabilidade. Acompanhe!

1. Vegetarianismo

Quando ouvimos que uma pessoa é vegetariana, costumamos associar essa opção à defesa da causa animal. Mas a escolha pelo vegetarianismo também está bastante associada a questões estéticas — como, por exemplo, manter-se magro — ou a questões de saúde — redução do colesterol.

Mas é importante saber que, além da saúde e estética, a causa vegetariana também prioriza o tema ambiental. Afinal, o ato de não consumir carne reflete-se diretamente na economia do país, envolvendo temáticas sobre as cadeias de criação pecuária e aviária, por exemplo, além da emissão de poluentes e descartes inadequados do lixo.

Apesar de o vegetarianismo ser um tema de recente discussão na sociedade moderna, a história conta que há registros dessa prática desde os primórdios da humanidade, datados dos anos 700 A.C.

Em termos literais, ser vegetariano significa não comer carne de espécie alguma, incluindo-se, portanto, à lista de restrições alimentos como peixes, mariscos ou qualquer outro subproduto proveniente do abate de animais.

Contudo, apesar de não se alimentar de carne, o vegetariano abre algumas exceções a outros produtos de origem animal, como ovos e laticínios. Isso é o que torna sua prática menos radical que a dos veganos, que não consomem nenhum produto de origem animal e ainda estendem suas restrições para além da indústria alimentícia, como veremos mais adiante.

Como dissemos, dentre as principais razões pelas quais as pessoas aderem ao vegetarianismo estão as preocupações com a saúde e a defesa da causa animal. Em menor grau, os motivos religiosos também aparecem como justificativas para a prática do vegetarianismo, geralmente partindo de vegetarianos mais conservadores.

Nesse caso, o principal argumento se refere à compaixão por todos os seres em geral e ao não derramamento de sangue de qualquer espécie, o que potencializaria o sofrimento no mundo.

No tocante à saúde, os argumentos são bem mais óbvios. Afinal, não é segredo para ninguém que uma alimentação sem carne minimiza o risco de se contrair algumas doenças, sobretudo as cardiovasculares, geralmente relacionadas aos níveis elevados de colesterol no organismo.

1.2. Cardápio vegetariano

As dietas vegetarianas contêm basicamente uma combinação de vários níveis de frutas, vegetais, grãos, legumes e sementes. A inclusão de ovos ou produtos lácteos vai depender de uma escolha pessoal do vegetariano. Geralmente, os adeptos do vegetarianismo subdividem-se nos seguintes grupos:

  • ovo-lacto-vegetariano: vegetarianos que não consomem nenhum produto derivado do abate de animais, mas permitem em seu cardápio outros produtos de origem animal, como leite e ovos;
  • lacto-vegetarianos: vegetarianos que não consomem carne e ovos, mas que consomem produtos lácteos;
  • ovo-vegetarianos: vegetarianos que não consomem os produtos de origem animal, exceto ovos;
  • veganos: vegetarianos que não consomem nenhum produto de origem animal.

Dentro do vegetarianismo, existe ainda um subgrupo que abrange os pescetarianos, que são aqueles que não restringem o consumo de peixes e frutos do mar, apenas dos outros tipos de carne.

Esse grupo também inclui os vegetarianos de meio período — também chamados de flexionários ou semi-vegetarianos — que são aqueles que eventualmente comem carne.

2. Veganismo

Como foi visto acima, o veganismo é um subgrupo do vegetarianismo. O vegano – ou vegan — é, na verdade, a forma mais restrita do vegetarianismo, por não tolerar nenhum produto da indústria alimentícia de origem animal.

Além de a dieta vegana não abrir qualquer exceção a produtos de origem animal, a causa carrega uma ideologia mais radical de proteção e respeito aos animais, estendida também às indústrias da moda, cosméticos e produtos de limpeza.

Conforme a Associação Vegana Espanhola (UVE) o veganismo é definido como “uma alternativa ética ao consumo e à dependência de produtos não adaptados às necessidades físicas e espirituais do ser humano, como a carne, o peixe, os laticínios, os ovos, o mel, os produtos derivados dos animais e outros artigos de origem animal como o couro e as peles”.

Esta definição abrange, portanto, as restrições de vestuário e também de produtos testados em animais — algo bastante comum na indústria cosmética — que inclui a maioria das marcas populares de remédios, sabonetes, xampus, maquiagens, dentre tantos outros itens desta categoria.

2.1. Cardápio vegano

Enquanto os primeiros registros do vegetarianismo datam da Antiguidade, a prática vegan é um pouco mais recente, tendo ganhado força com movimentos sociais mundo afora, sobretudo com o despertar das questões de sustentabilidade e consciência ecológica provenientes das demandas de uma sociedade moderna do século XXI.

É justamente devido a essas características socioeconômicas que compõem a sociedade de consumo na qual vivemos hoje, que seguir uma dieta vegana ganhou uma conotação quase heroica.

Afinal, desde crianças somos estimulados — seja em casa, nos ambientes sociais ou pela mídia — com hábitos de consumo que envolvem o sacrifício animal em várias escalas da sociedade, sobretudo na indústria alimentícia. Romper drasticamente com esses hábitos em prol de uma causa que ainda é minoritária é, portanto, uma verdadeira saga.

Mas, felizmente, parte do segmento industrial alimentício já está se consolidando no mercado especializado para o consumidor vegan. O cardápio básico combina frutas, vegetais, grãos, legumes e sementes. Entretanto, vários produtos tradicionais da culinária popular — como massas e doces — têm ganhando versões veganas que em nada deixam a desejar.

Com os ingredientes corretos e um pouco de criatividade, é plenamente possível seguir uma dieta vegan balanceada, saudável, variada e muito saborosa! Mais adiante, dedicaremos um tópico para tratar das questões nutricionais envolvendo as dietas vegetarina e vegana.

2.2. Indústria da moda

Couro, lã, seda ou qualquer outro tipo de pele animal estão expressamente proibidos no vestuário vegano. Apesar de esta ainda ser uma discussão recente, várias marcas famosas já deram o pontapé inicial para popularizar e valorizar a causa, além de contemplar as necessidades de vestuário desse tipo de público.

Grifes tradicionais como o Grupo Armani anunciaram que não mais farão uso de pelo animal em nenhuma de suas marcas. A estilista vegetariana Stella McCartney — filha do astro e vegano Paul McCartney — é outro nome famoso nesse meio. Desde que se enveredou no ramo da moda, Stella tem justamente a sustentabilidade como carro-chefe de sua marca. 

Mas você deve estar pensando que investir na moda sustentável de um Armani ou Stella não é a opção financeiramente mais acessível. Mas saiba que, mesmo dentre marcas e confecções mais populares, é plenamente possível encontrar roupas, sapatos e bolsas de qualidade que não foram fabricadas a partir de matéria-prima animal.

Basta conferir as etiquetas para certificar-se a respeito do material de origem da peça. Pode até ser que algumas etiquetas contenham nomes muito técnicos, de modo que você precise pesquisar ou perguntar para o lojista. Mas, na maioria dos casos, a etiqueta deixa claro que o produto é sintético.

Além disso, a etiqueta de uma peça de vestuário também mostra onde o item foi produzido. Isso poderá dar indícios, por exemplo, de uma suposta mão de obra escrava na confecção. Tudo isso é condenado pela ideologia vegan e deve, portanto, ser evitado, sempre na proposta de se atingir o máximo possível de consciência no trato humanitário.

2.3. Indústria cosmética

Quando o assunto é a indústria de cosméticos, a ideologia vegana prega que nenhum produto — sabonetes, xampus, maquiagens, hidratantes, cremes em geral etc — deve fazer uso de matéria-prima animal em seu processo produtivo, seja em ingredientes derivados dos animais (como leite ou mel) ou em testes de laboratório.

Os cosméticos veganos são, portanto, naturais ou orgânicos e 100% cruelty-free, ou seja, livres de qualquer tipo de uso animal. Essa alcunha em inglês significa “livre de crueldade” e foi criada para caracterizar o veganismo.

Mas, atenção: nem todo produto que se intitula cruelty-free é, necessariamente, vegano. Isso acontece porque algumas empresas dizem não realizar testes com animais, mas, muitas vezes, utilizam algum tipo de matéria-prima animal na fórmula, como leite, mel, dentre outras.

Ou seja, pra ser 100% cruelty-free, conforme a ideologia vegana, o produto precisa ser também natural ou orgânico, fabricado a partir de matéria-prima 100% vegetal.

2.4. Produtos de limpeza

Já falamos dos produtos alimentícios, de vestuário e de cosméticos. Porém, o que pouca gente sabe é que os produtos de limpeza também podem ser veganos. Em linhas gerais, para que um material de limpeza seja considerado vegano, ele precisa atender basicamente aos seguintes requisitos:

  • biodegradáveis
  • 100% livre de petroquímica;
  • formulação vegetal.

Isso é possível porque a principal característica dos produtos biodegradáveis de base 100% vegetal é se decompor de maneira mais rápida e por completo na natureza, reduzindo consideravelmente a emissão de poluentes que alteram a estabilidade natural dos ecossistemas quando descartados pelo esgoto.

Esses poluentes, presentes em larga escala nos produtos de limpeza convencionais do mercado, são os responsáveis por contaminar não só os cursos dos rios e lagos, mas também a fauna e a flora aquáticas e, por consequência, o saneamento urbano.

Por isso é tão importante conscientizar-se a respeito dos produtos de limpeza ecológicos, que combinam formulação de base vegetal, 100% livres de petroquímica. Isso quer dizer que não basta ser biodegradável. Para ser considerado totalmente sustentável e vegano, o produto de limpeza precisa também ser natural, ou seja, fabricados a partir de matéria-prima 100% vegetal.

Mas cuidado: algumas empresas podem mascarar os produtos fazendo-os passar por biodegradáveis e de formulação vegetal quando, na verdade, não são. Isso acontece, por exemplo, quando o fabricante utiliza alguns componentes de origem vegetal na fórmula juntamente com elementos derivados do petróleo, vendendo-os como se fossem ecologicamente corretos.

E se você está se perguntando sobre a eficácia dos materiais de limpeza vegan, não se preocupe! Esse tipo de produto, além de possuir eficácia garantida, ainda rende mais, já que são mais concentrados e vêm com indicação da dosagem exata para uso.

Basta nos lembrarmos do poder desengordurante e clareador do sabão de coco, por exemplo. Além do óleo de coco, outros componentes vegetais bastante comuns na composição dos materiais de limpeza veganos são outros óleos, a babosa, óleos essenciais dentre vários outros, deixando-os ainda super aromáticos!

Outra vantagem de se utilizar produtos de limpeza veganos é que, devido à sua formulação natural, evitam qualquer tipo de reação alérgica e todos aqueles sintomas clássicos de uma faxina feita com produtos convencionais: olhos ardendo, garganta irritada e mãos ressecadas.

2.5. De olho nos rótulos!

Ao longo dos tópicos deste post, demos indícios de que é preciso estar atento aos rótulos dos produtos para saber se eles são, de fato, veganos 100% cruelty-free.

Pode até ser que esses termos não estejam assim designados nos rótulos, principalmente aqueles provenientes de empresas menores. Mas, a partir das informações do fabricante, é possível conferir os ingredientes do produto para saber exatamente qual a sua composição.

Geralmente, os produtos vegan apresentam selos nacionais ou internacionais de certificação vegana em suas embalagens. No Brasil, o mais recorrente é o SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira). Internacionalmente, o mais comum é o selo norte-americano Vegan Action (Ação Vegana).

Quanto à comercialização de produtos vegan, sabemos que ela ainda é incipiente no Brasil. Entretanto, com o tema da sustentabilidade ganhando cada vez mais força, o número de empresas dedicadas ao segmento vegan vem crescendo gradativamente. Na internet — pelos e-commerces, por exemplo — já é possível encontrar uma extensa gama de lojas especializadas nesse tipo de produto.

3. Questões nutricionais

Como dissemos ao longo do post, é plenamente possível seguir uma dieta vegetariana ou vegana que seja ao mesmo tempo nutritiva, equilibrada, saudável, diversificada e saborosa. É óbvio que, assim como na culinária tradicional, isso vai exigir ingredientes específicos e boas doses de criatividade.

Quanto às questões nutricionais, o “calcanhar de Aquilies” da dieta vegana está na vitamina B12, que é exclusiva dos produtos de origem animal. Mas, segundo nutrólogos e nutricionistas, essa carência pode ser facilmente resolvida por meio da suplementação farmacológica.

Se, por um lado, os adeptos da dieta vegana precisam recorrer à suplementação alimentar em certa escala, por outro lado o interesse que os veganos têm pela tríade alimentação, nutrição e saúde contribui efetivamente para que eles consigam estipular uma dieta nutritiva e diversificada, suprindo eventuais carências vitamínicas.

Tanto que vegetarianos e veganos tendem a ser bastante habilidosos na cozinha, já que precisam estar constantemente atentos às questões nutricionais, aprendendo novas receitas, técnicas culinárias, técnicas de aproveitamento e diversificação alimentar etc… Tudo isso para manter uma dieta saudável, saborosa e criativa!

Em linhas gerais, a dieta vegetariana e vegana exclui do cardápio alimentos de origem animal com altos índices de gordura saturada e colesterol, além daqueles ricos em sódio, corantes artificiais e conservantes, comumente abrangidos pelo setor de produtos alimentícios industrializados (enlatados, congelados etc).

Em contrapartida, vegetarianos e veganos priorizam uma dieta rica em vitaminas, fibras e minerais, advindos principalmente de frutas, vegetais, grãos integrais, nozes, sementes e produtos derivados da soja.

 

Tanto os vegetarianos como os veganos, geralmente precisam recorrer a suplementos fármacos para suprir a carência da vitamina B12. Outros compostos — como ferro, cálcio e ômega três ­— também estão mais presentes na dieta vegetariana do que na vegana, e igualmente podem ser consumidos sob a forma de suplementos fármacos.

Alguns estudos indicam ainda que veganos podem ter um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2, doenças cardíacas e vários tipos de câncer quando comparados aos vegetarianos. Além disso, os veganos também tendem a ter um menor índice de massa corporal (IMC) do que os vegetarianos e parecem ganhar menos peso à medida que envelhecem. 

Ao mesmo tempo em que uma dieta vegana pode ser mais efetiva no tocante ao controle de peso e à redução do risco de se contrair certas doenças, é preciso estar atento para as eventuais deficiências nutricionais, que são mais suscetíveis de acontecer no veganismo do que no vegetarianismo.

Entretanto, é muito importante ressaltar que os estudos comparativos entre as duas dietas ainda são raros e de caráter observacional, carecendo de revisões científicas constantes. Portanto, servem apenas como indicativos, não devendo ser tomados como consensuais ou absolutos.

Via de regra, nutricionistas e médicos nutrólogos apontam consensualmente que, tanto as dietas vegetarianas quanto as veganas são perfeitamente passíveis de apropriação em qualquer estágio da vida, desde que estejam bem orientadas e planejadas.

4. Questões de sustentabilidade

Quando falamos em vegetarianismo ou veganismo, são muitas as questões envolvendo a temática sustentável. As principais delas dizem respeito às cadeias produtivas de criação pecuária e aviária, envolvendo as questões mercadológicas existentes por trás do tratamento que é dado aos animais nesses cativeiros de criação para o abate.

De maneira ainda mais ampla, vimos que o veganismo estende ao máximo suas ideologias no tocante à preocupação ambiental. A ética vegana, portanto, vai contra qualquer tipo de exploração animal, boicotando desde as indústrias de vestuário que comercializam peças de pele animal, aos laboratórios que realizam testes com animais e eventos que se utilizam dos bichos como forma de entretenimento — circos, zoológicos, rodeios, corridas de cavalos etc.

Quanto às questões climatológicas, a causa vegana atua em prol da manutenção dos recursos naturais da Terra e da estabilidade dos ecossistemas, boicotando empresas que realizam qualquer tipo de exploração inadequada desses recursos. Além disso, também estão em jogo questões relacionadas ao descarte correto do lixo e ao saneamento urbano.

Percebemos, portanto, que o vegetarianismo — e sobretudo o veganismo — não são apenas opções alimentares. Mas, sim, posturas éticas e conscientes diante da exploração animal e dos recursos naturais do planeta.

5. Alguns números

Vimos que, com a expansão do tema da sustentabilidade — seja nos ambientes informais ou espaços midiáticos — mais pessoas começaram a refletir sobre suas dietas alimentares e hábitos de consumo.

Do mesmo modo, surgiram várias empresas voltadas para atender aos consumidores dos segmentos vegetariano e vegano, seja na indústria alimentícia, de vestuário ou cosmética.

Mas, em termos práticos, você sabe qual é a porcentagem da população brasileira adepta ao vegetarianismo ou veganismo? De acordo com a gerente da Campanha da Sociedade Vegetariana Brasileira, Mônica Buava, em 2012 cerca de 8% da população brasileira já se declarava como vegetariana/vegana.

Pode até parecer pouco. Porém, considerando a extensão territorial e populacional brasileira, esse é um número bastante considerável, que não à toa vem impactando diretamente vários setores da nossa Economia.

De 2012 pra cá, a tendência nacional é que esse número se expanda ainda mais. Em janeiro de 2017, por exemplo, uma pesquisa realizada pelo Datafolha mostrou que 63% dos brasileiros desejam reduzir o consumo de carne.

A pesquisa também destacou que 73% se dizem mal informados quanto aos processos de produção de carne no Brasil, além de 35% que demonstrar preocupação quanto aos problemas de saúde ocasionados pelo consumo excessivo do item.

O crescimento no número de adeptos às causas vegetariana e vegana também é bastante efetivo em países como o Reino Unido — onde o número de veganos cresceu 360% em um intervalo de dez anos — e os Estados Unidos — onde a porcentagem da população vegana dobrou em um período de seis anos. (links/fontes da pesquisa?)

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