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Tudo o que você precisa saber sobre a aromaterapia

Não é por acaso que a aromaterapia vem revolucionando o mercado dos óleos terapêuticos pelo mundo afora. Afinal, essa prática traz consigo benefícios inegáveis para nossa saúde e bem-estar, seja físico, seja emocional.

Dentre as principais vantagens da aromaterapia, destaca-se a utilização dos óleos aromáticos das plantas na prevenção e tratamento auxiliar de diversas doenças e problemas psicológicos, por conta de suas propriedades calmantes, analgésicas, anti-inflamatórias etc.

Mas como isso funciona? De onde surgiu a aromaterapia e como os aromas influenciam nosso corpo? Qualquer pessoa pode ser adepta dessa prática? Há contraindicações? Que tipo de óleo é o mais indicado nesse processo?

Neste post, responderemos a todas essas questões para que você fique por dentro de tudo o que envolve a aromaterapia e passe a usufruir dos benefícios dessa técnica em seu cotidiano. Acompanhe a leitura e conheça o poder dos aromas!

1. O que é aromaterapia e para que serve?

A aromaterapia é uma prática milenar que combina arte e ciência na utilização de óleos aromáticos extraídos de plantas, flores, sementes e raízes para influenciar nosso bem-estar físico, emocional e espiritual. Esses óleos têm o odor como característica predominante justamente por conterem em sua formulação as substâncias que são responsáveis por dar perfume às espécies vegetais.

Acredita-se que esse tipo de terapia se originou nas antigas civilizações do oriente, em países como Egito, China e Índia, a partir da extração dos óleos terapêuticos com fins medicinais, religiosos ou estéticos.

Entretanto, nessa época, a técnica ainda não recebia esse nome. O termo “aromaterapia” só viria a ser criado muito tempo depois, nos anos 1920, pelo químico francês René Maurice Gattefossé.

Cientificamente, porém, o termo não condiz com a funcionalidade da técnica. Isso porque, na verdade, os aromas extraídos dos óleos — sejam eles naturais, sejam eles sintéticos — não são em si terapêuticos. A essência da substância é que carrega o potencial terapêutico dos óleos. Ou seja, é a composição química do óleo — e não o seu aroma — que vai definir suas propriedades terapêuticas.

Embora esse tipo de terapia seja extremamente simples e fácil de inserir no seu cotidiano, exige certos cuidados por parte do usuário e também do profissional que indica o uso, seja ele do ramo da estética, saúde ou terapêutico.

O processo de formulação dos óleos aromáticos se dá basicamente pela destilação do produto, enquanto sua aplicação pode variar conforme cada caso. Nesse processo, utilizam-se meios neutros para a diluição do conteúdo, como água, álcool de cereais ou óleos vegetais, de modo a preservar o máximo potencial físico-químico de atuação da substância no organismo humano.

Quanto às formas de aplicação, as mais comuns são por meio de banhos, massagens, compressas ou difusão no ar, por meio de aparelhos conhecidos como aromatizadores (à base de velas ou elétricos), que possuem efeito prolongado e são muito utilizados também para auxiliar na limpeza da casa.

2. Quando a aromaterapia é indicada?

Não existe ao certo um parâmetro para medir quando a aromaterapia é indicada. Mas é importante saber que o uso dessa técnica não está associado a uma razão específica, mas sim a diversos motivos, todos eles com o intuito de promover ou restabelecer o bem-estar geral do ser humano.

A incorporação da aromaterapia no seu cotidiano pode auxiliar, por exemplo, na prevenção ou tratamento de várias doenças, desde questões físicas — como dores musculares, problemas respiratórios ou enxaquecas — até disfunções psicológicas, enquanto terapia auxiliar para depressão, ansiedade, estresse, insônia, entre outras.

Para além das questões medicinais, o princípio básico da prática envolve o relaxamento físico e/ou espiritual. Prova disso é que, desde os primórdios da humanidade, a aromaterapia já era utilizada para afastar maus espíritos, perfumar ambientes ou mesmo em banhos e infusões com fins estéticos.

Atualmente, essa terapia tem se consolidado com foco na questão medicinal, como uma prática de medicina complementar. Para se ter uma ideia da dimensão científica dessa técnica, vale lembrar que na França, por exemplo, a aromaterapia faz parte do currículo de ensino na formação médica.

Não existem contraindicações. Mas, via de regra, antes de recorrer a essa terapia, sempre procure orientação profissional, já que, por conta das particularidades de cada substância, cada tipo de óleo possui usos e indicações específicos.

3. Como os aromas influenciam seu corpo?

Vimos que as propriedades químicas dos óleos aromáticos são capazes de promover sensações de bem-estar e relaxamento no organismo humano. Mas, afinal, como essas substâncias agem no nosso corpo?

Pois bem, vamos explicar. Primeiramente, é preciso considerar que esse processo se dá de uma maneira sutil e natural. Além disso, como também já dissemos, os processos de utilização podem variar conforme as particularidades de cada tipo de óleo.

Por isso, é tão importante contar com a orientação de um especialista antes de iniciar o uso. Assim, você conseguirá aproveitar ao máximo o potencial terapêutico da técnica, por meio de massagens, banhos de infusão, compressas quentes ou frias etc.

Vale lembrar também que raramente o ritual inclui a ingestão dos óleos, até porque eles tendem a ser mais eficazes quando inalados, pois, assim, provocam uma reação mais instantânea no cérebro. A seguir, trazemos um guia que explica as relações entre os principais óleos aromáticos e seus efeitos medicinais terapêuticos. Veja:

  • óleo de angélica: ação tônica e estimulante. Recomendado para fortalecer o sistema imunológico;
  • óleo de arnica: ação analgésica. Recomendado para hematomas, torções e demais edemas musculares;
  • óleo de bazil: ação refrescante. Recomendado para aliviar todos os tipos de sintomas respiratórios;
  • óleo de bergamota: ação refrescante e expectorante. Assim como os óleos de lavanda e sândalo, é recomendado para problemas respiratórios como asma, bronquite e sinusite;
  • óleo de camomila: ação refrescante. Recomendado para dores de cabeça e depressão;
  • óleo de cânfora: ação refrescante e estimulante. Recomendado para acne, resfriados, reumatismos e insônia;
  • óleo de cedro: ação sedativa. Recomendado para ansiedade e doenças respiratórias, como bronquite. Também tem ação antisséptica e adstringente, sendo eficaz para o tratamento auxiliar de cistites e infecções vaginais;
  • óleo de cipreste: ação adstringente. Recomendado para problemas circulatórios e hormonais, como regulação do ciclo menstrual;
  • óleo de eucalipto: ação refrescante. Recomendado para contusões e dores musculares;
  • óleo de gerânio: ação refrescante e antiespasmódica. Recomendado para infecções virais e problemas urinários;
  • óleo de jacarandá: ação relaxante e afrodisíaca. Recomendado para enxaquecas e disfunções sexuais;
  • óleo de jasmim: ação relaxante e calmante. Recomendado para tratamentos estéticos de pele e disfunções do cérebro, como estresse e ansiedade;
  • óleo de limão: ação refrescante e estimulante. Recomendado para problemas circulatórios, como hipertensão, além de gengivites e úlceras na boca;
  • óleo de mandarim: ação tônica e estimulante; Recomendado para equilibrar o funcionamento do estômago, fígado e intestino;
  • óleo de manjerona: ação fortificante. Recomendado para enxaquecas, equimoses e cólicas advindas de tensões pré-menstruais;
  • óleo de melissa: ação calmante e antialérgica. Recomendado como tratamento auxiliar para insônias e alergias de pele;
  • óleo de mirra: ação anti-inflamatória e antisséptica. Recomendado como tratamento auxiliar para problemas dermatológicos;
  • óleo de néroli (flor de laranjeira): Ação estimulante. Recomendado como tratamento auxiliar de diarreia crônica, ansiedade e tensões;
  • óleo de patchouli: ação relaxante. Recomendado para tratamentos estéticos de pele e disfunções do cérebro, como depressão;
  • óleo de pimenta cinza: ação estimulante. Recomendado para gripes, resfriados, diarreia e outros problemas gastrointestinais;
  • óleo de toranja: ação diurética e adstringente. Assim como o óleo de zimbro, é recomendado como tratamento auxiliar para problemas de retenção de fluidos;
  • óleo de ylang-ylang: ação antidepressiva, relaxante e afrodisíaca. Recomendado como tratamento auxiliar para disfunções cerebrais, como estresse, ansiedade e depressão.

Mas atenção: antes de incorporar a técnica da aromaterapia em seu cotidiano, reforçamos a necessidade de buscar orientação especializada. Esse alerta é muito importante, pois, mesmo que praticamente não haja contraindicações, alguns óleos podem não ser recomendados para mulheres grávidas ou crianças menores de cinco anos, por exemplo.

Além disso, se aplicados de forma incorreta, podem causar manchas, reações alérgicas ou demais efeitos cutâneos indesejáveis, sobretudo porque os óleos essenciais são extremamente concentrados.

Como já dissemos, raramente os óleos terapêuticos são ingeridos, salvo recomendação específica. Portanto, via de regra, evite que a substância entre em contato com olhos, boca e outras mucosas. E, em caso de qualquer reação alérgica, procure um médico imediatamente.

4. Quais doenças podem ser tratadas?

No tópico anterior, trouxemos uma prévia de como os aromas influenciam o nosso organismo, caracterizando os efeitos medicinais dos principais tipos de óleos. Esses efeitos são diversos, com ações que variam entre analgésica, anti-inflamatória, antisséptica, expectorante, relaxante, estimulante, cicatrizante e até vermífuga ou germicida. Quanta coisa, não?!

Isso só reforça o quanto os óleos essenciais são poderosos aliados da medicina convencional, consolidando-se como verdadeiras terapias auxiliares a vários problemas de saúde do nosso cotidiano, sejam doenças físicas, sejam mentais.

A seguir, em vez de evidenciar os efeitos de cada tipo de óleo, fazemos o caminho inverso ao agrupar as principais doenças que podem ser tratadas com a aromaterapia, indicando óleos essenciais específicos e suas aplicações conforme o caso. Acompanhe:

4.1. Doenças respiratórias

Desconforto nas vias aéreas, congestionamento nasal e presença de muco são alguns dos casos mais comuns tratados pela aromaterapia.

Sintomas da asma, bronquite, sinusite ou mesmo de gripes e resfriados mais leves podem ser aliviados por meio da inalação de óleos essenciais característicos, como os de camomila, eucalipto, lavanda, néroli e bergamota. Outra maneira de utilizar esses óleos como tratamento auxiliar para doenças respiratórias é por meio da massagem na região afetada: peito e garganta.

4.2. Dores musculares

Quanto às dores musculares — torções, edemas e contusões diversas —, a forma mais eficaz de utilização dos óleos terapêuticos é por meio das massagens ou compressas quentes sobre a região afetada. Os óleos geralmente utilizados para esses fins são também a camomila, lavanda e bergamota, assim como os óleos de pimenta preta, cipreste, melissa e hortelã.

4.3. Tensões pré-menstruais

Enxaquecas, cólicas abdominais e retenção de fluidos são sinais típicos de tensões pré-menstruais. Para prevenir ou reduzir sintomas em andamento, utilize os óleos essenciais de camomila, gerânio e manjerona. Quanto à aplicação, ela poderá ser feita por meio de massagens, compressas ou banhos de infusão.

4.4. Enxaquecas

Os óleos terapêuticos de camomila, gerânio, jacarandá, lavanda e hortelã são ótimos aliados contra dores de cabeça e enxaquecas de causas diversas. Basta fazer compressas e aplicá-las suavemente, massageando a região afetada, principalmente a testa e próximo às sobrancelhas.

4.5. Indigestão

Utilize óleos essenciais de camomila, lavanda e manjerona como tratamento auxiliar para problemas digestivos e gastrointestinais. Esses óleos têm propriedades calmantes e confortantes, de modo a reequilibrar as funções do seu organismo. Para uma aplicação eficaz, aplique compressas quentes e faça massagens suaves sobre a área afetada, priorizando a região em volta do estômago.

4.6. Estresse

Para casos de estresse, angústia ou mesmo depressão, use e abuse dos óleos terapêuticos de maior potencial aromático, como a bergamota, camomila, jasmim, lavanda, jacarandá e néroli. Devido ao elevado teor aromático de sua composição química, todos eles têm ação terapêutica quase instantânea, devendo ser utilizados em banhos e também como purificadores de ambientes.

4.7. Ansiedade

Esse é o famoso mal do século. Geralmente associada ao estresse e outras disfunções psicológicas, a ansiedade também pode consideravelmente aliviada com os efeitos da aromaterapia.

Principalmente se forem utilizados em massagens ou banhos de infusão, os óleos de camomila, bergamota, cedro, gerânio, melissa, lavanda, néroli, zimbro e ylang-ylang são poderosos aliados para esse caso.

4.8. Insônia

Novamente, os óleos essenciais de camomila, lavanda e néroli apresentam eficácia garantida. Isso porque a composição química dessas substâncias é a mais poderosa quando o assunto é equilíbrio emocional.

Eles ajudam a aliviar as tensões cotidianas, restabelecendo as condições mentais favoráveis para o relaxamento. Para essas situações, a aplicação mais comum é por meio dos banhos aromáticos ou purificadores de ambiente. No entanto, se você preferir, pode aplicar algumas gotinhas de óleo essencial sobre o travesseiro antes de dormir. Assim, certamente você terá uma boa noite de sono!

4.9. Acne

Os óleos essenciais também são grandes aliados dos tratamentos de pele para fins estéticos, como tonificantes e adstringentes. Alguns óleos aromáticos específicos, como a cânfora, bergamota, gerânio e lavanda possuem propriedades que ajudam a reduzir consideravelmente a produção de sebo, que é o maior responsável pela formação de acnes e espinhas na pele.

4.10. Cansaço e apatia

Os óleos essenciais de camomila, néroli, jasmim e lavanda saem de novo na frente para auxiliar nas questões relativas ao trato emocional. Além de serem substâncias de elevado teor aromático, o que garante uma ação terapêutica mais instantânea, esses óleos também são estimulantes do sistema cerebral no que diz respeito à concentração, memória e imunidade.

Os óleos de gengibre e de sândalo também são bastante eficazes nas tratativas que envolvem reequilíbrio emocional, pois possuem ação estimulante, relaxante e confortante, favorecendo a circulação sanguínea e contribuindo para uma mente mais leve e ativa.

5. Por que utilizar óleos essenciais?

Para além de todos os benefícios da aromaterapia que você acompanhou ao longo desta leitura, trazemos ainda explicações relacionadas à utilização dos óleos essenciais (fabricados naturalmente com matéria-prima vegetal) em contraposição às fragrâncias sintéticas, conhecidas no mercado também como “essências”.

Isso porque o processo de formulação natural do óleo é o que garante sua máxima eficácia terapêutica, o que não é possível quando a fragrância é sintética, ou seja, produzida artificialmente. Para que você compreenda melhor os benefícios da aromaterapia a partir dos óleos naturais, vamos explicar exatamente como funciona o processo de formulação desse tipo de óleo.

Os óleos essenciais são substâncias vegetais voláteis — o que intensifica seu potencial aromático — e altamente concentradas, sendo extraídas de flores, frutos, sementes, folhas, raízes e demais partes das plantas a partir de métodos específicos de extração. Por isso, o processo de diluição deve ser feito em baixas concentrações, de modo a evitar reações de sensibilização e irritações cutâneas.

Para entender essa relação entre a volatilidade do óleo e seu poder aromático, basta pensar o seguinte: se dispersas na natureza, essas espécies já exalam perfume característico, imagine quando aquecidas e trituradas conforme métodos específicos de fabricação.

Esse processo de fabricação quebra as moléculas presentes nos compostos químicos da planta, liberando os odores com uma potência ainda maior do que em sua condição típica na natureza.

Quanto a esse processo produtivo dos óleos essenciais, recorre-se à destilação no vapor de água. Vale lembrar que, quando a essência é dissolvida em álcool ou outro solvente específico, ela se torna menos pura. Esse processo é executado por profissionais especializados, considerando-se que o método é bastante específico, lento e caro.

Para se ter uma ideia, são necessários aproximadamente 100 quilos de pétalas de rosas para produzir cerca de cinco colheres de chá de um óleo essencial. Custoso, não? Porém, o custo-benefício é garantido, já que uma única gota de um óleo essencial possui um potencial terapêutico enorme.

5.1. Quais são os principais tipos de óleos essenciais?

Nos tópicos relacionados às influências dos aromas no nosso organismo e seus efeitos medicinais, já foi possível perceber a predominância de alguns tipos de óleos nas mais variadas tratativas. Via de regra, os óleos essenciais são divididos em três categorias principais, conforme suas notas e índices de evaporação.

Essa divisão inclui basicamente os seguintes tipos:

  • os óleos que tonificam o organismo, favorecendo o bem-estar e o bom humor;
  • os que estimulam e regulam as principais funções metabólicas do organismo; e
  • os que possuem efeito calmante e relaxante sobre o corpo e a mente.

A seguir, vamos apresentar as categorias nas quais esses óleos se encaixam, de modo que você entenda porque alguns tipos são mais predominantes e eficazes que outros. Confira:

5.1.1. Óleos essenciais de nota elevada

Essa categoria abrange os óleos de maior potencial estimulante e revigorante. Possuem aroma forte, mas o seu perfume tende a durar pouco, geralmente entre 3 e 24 horas. Alguns exemplos mais comuns incluem os óleos basílico, bergamota, coentro, eucalipto, néroli, pimenta e hortelã.

5.1.2. Óleos essenciais de nota média

Essa categoria abrange os óleos que atuam no equilíbrio das funções corporais e metabólicas do nosso organismo. Apesar de serem menos potentes e de ação menos instantânea, a sua fragrância só evapora por completo após 2 ou 3 dias da aplicação. Os principais exemplos são a camomila, alecrim, erva-cidreira, funcho, gerânio, lavanda e zimbro.

5.1.3. Óleos essenciais de nota baixa

Essa categoria abrange óleos essenciais de aroma doce e calmante. Possuem propriedades relaxantes e fragrância prolongada, podendo durar até uma semana. Alguns exemplos são o cedro, cravinho, gengibre, jasmim e sândalo.

É importante ressaltar também que a técnica da aromaterapia pode envolver a utilização de óleos essenciais isolados ou em atuação conjunta, a partir de uma relação sinérgica de até três óleos. Essa combinação, inclusive, tende a ser ainda mais eficaz e ativa do que o uso isolado da substância.

6. O que você precisa para começar?

No decorrer do post, você viu que praticamente não há contraindicações quando falamos em aromaterapia. Pelo contrário, essa é uma técnica fácil de incorporar ao nosso dia a dia. No entanto, vimos também que é preciso ter alguns cuidados antes de iniciar o processo de utilização dos óleos essenciais, já que cada um deles tem indicações específicas e demanda particularidades no processo de aplicação — por meio de massagens, compressas, banhos etc.

Por isso, a coisa mais importante que você precisa fazer antes de se iniciar na aromaterapia é procurar por profissionais especializados nessa prática. Você poderá encontrar esses profissionais facilmente nos ramos da medicina, nutrição ou lojista, a partir de mercados confiáveis e reconhecidos no setor de fabricação de óleos essenciais.

Essa é a única maneira de garantir que você não estará levando “gato por lebre”, já que o uso inadequado de óleos ditos terapêuticos pode causar sérios danos a sua saúde, que vão desde alergias e irritações cutâneas até problemas respiratórios mais graves.

Após essa leitura, certamente não restam mais dúvidas quanto ao conceito, indicações e aplicações da aromaterapia. De qualquer modo, para garantir um processo 100% seguro e natural, o ideal é sempre recorrer à utilização de óleos essenciais em detrimento das fragrâncias de fabricação sintética.

Assim, a arte, ciência e sinergia presentes por trás desse processo poderão ser exploradas em seu potencial máximo, seja com função tipicamente alternativa, seja mesmo para o caso de tratamentos auxiliares à medicina convencional.

Seguindo corretamente os conceitos e aplicações da aromaterapia, o resultado não poderá ser outro: organismo e espírito alegres e equilibrados. Se você se interessou por este conteúdo, não deixe de acompanhar nosso post sobre homeopatia, que também tem tudo a ver com corpo e mente saudáveis!

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