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Um guia completo sobre produtos ecológicos

Você sabia que a preservação ambiental é o critério que os consumidores mais valorizam na hora de comprar produtos de higiene pessoal e material de limpeza? Pois é! Os números não mentem. Pelo contrário, mostram que os produtos ecológicos já são realidade não só nas prateleiras dos supermercados, mas, também, na rotina de muitos brasileiros.

Esse resultado é fruto de um estudo recente feito pela empresa de pesquisa de mercado e consultoria Research Designed for Strategy (RED), em parceria com o Centro de Inteligência Padrão (CIP), instituição especializada em avaliar os canais de serviço de atendimento ao consumidor (SAC) no mercado nacional.

Nesse estudo, de uma amostra de dois mil brasileiros com idades entre 15 e 70 anos, 42% dos entrevistados disseram que a postura ecológica da marca é preponderante no momento da escolha dos materiais de limpeza, enquanto 39% consideram essa mesma postura como um requisito para comprar produtos de higiene pessoal.

Critérios que antes costumavam ser mais valorizados, como a tradição do fabricante no mercado, ficaram em segundo plano. Ainda de acordo com a pesquisa, apenas 32% dos entrevistados consideraram a tradição do fabricante como fator preponderante para consumir o produto.

Esses dados são uma amostra significativa da verdadeira revolução que os produtos ecológicos ocasionaram no mercado convencional. Afinal, as inovações tecnológicas da sociedade moderna e a urgente necessidade de preservação ambiental consolidaram o pensamento sustentável como a melhor alternativa para perpetuar a vida na Terra.

Mas você sabe o que há por trás de todo esse movimento de responsabilidade social envolvendo os produtos ecológicos? Onde tudo isso começou? Como os produtos ecológicos impactaram a indústria da limpeza? Como essas indústrias estão se adaptando para atender as demandas de um público cada vez mais exigente e ecologicamente correto?

Pensando nessas questões, trouxemos este guia, que é um verdadeiro manual dos produtos ecológicos. Aqui, você encontra a resposta para todas as questões que envolvem sustentabilidade e preocupação ambiental. Acompanhe a leitura e seja você também um amigo da natureza!

1. Como surgiram os produtos ecológicos?

Não é possível saber com exatidão quando os produtos ecológicos surgiram de fato nas prateleiras dos mercados.

Entretanto, podemos dizer que essa demanda por materiais que não agridem a natureza se consolidou basicamente pelo seguinte motivo: os consumidores começaram a compreender que a preservação dos recursos naturais depende muito mais de si próprios do que de ações de terceiros.

Seja por conta do maior acesso à informação ou mesmo pela incessante busca por um estilo de vida mais saudável, o importante é que os consumidores tomaram para si essa responsabilidade de preservar o planeta. E foi aí que as empresas tiveram de se especializar, frente às demandas da sociedade contemporânea. Caso contrário, estariam fadadas ao fracasso comercial.

Para além da consciência de um público que começou a “pensar verde”, existe ainda outra razão que explica o surgimento dos produtos ecológicos: as inovações tecnológicas.

Essas práticas inovadoras são grandes aliadas da sustentabilidade, pois trazem soluções funcionais e inteligentes que viabilizam a ocorrência de processos produtivos mais limpos e ecológicos ao longo de toda a cadeia de produtiva.

Mas, quando falamos em inovações tecnológicas, logo associamos esse assunto a inventos dispendiosos e caros, certo? Errado! Saiba que essas inovações — denominadas tecnologias limpas — contemplam desde os modelos complexos de produtividade sustentável até as mais simples interferências produtivas, desde que elas tornem o processo o mais ecológico e o menos devastador possível.

Ou seja, as tecnologias limpas englobam a adoção de quaisquer medidas de transformação nos métodos da cadeia de produção, de modo a economizar matéria-prima e energia. Além disso, esse tipo de tecnologia atua também para eliminar, já na fonte, poluição de qualquer origem: atmosférica, hidrosférica, sonora etc.

Em suma, queremos dizer que o que impulsionou o surgimento dos produtos ecológicos baseia-se no seguinte conjunto: a consciência ambiental das novas gerações; os adventos tecnológicos do processo produtivo; e as perspectivas de redução, reúso e reciclagem de materiais.

2. Como identificar um produto ecológico?

Sim, não é mais segredo que os produtos ecologicamente corretos tomaram conta das prateleiras dos supermercados. Contudo, identificá-los nem sempre é tarefa fácil.

Isso porque, muitas das vezes, esse tipo de produto carrega no rótulo uma série de ingredientes indecifráveis ao senso comum, de modo que somente especialistas seriam capazes de atestar com exatidão a origem sustentável — natural ou orgânica — do material em questão.

É aí que entram os Selos de Certificação Ambiental, popularmente chamados de Selos Verdes. Esse tipo de certificação surgiu justamente para poupar o consumidor comum de eventuais enganos por conta da falta de conhecimento técnico.

Mas atenção: existem dois tipos básicos de selos no mercado, os independentes e os autorreguladores. Os primeiros são provenientes de instituições independentes — privadas ou estatais —, de organizações não governamentais (ONGs) ou associações empresariais reconhecidas, portanto, têm confiabilidade garantida.

Já os autorreguladores são selos que o próprio fabricante cria na tentativa de se autointitular sustentável, o que não garante que o produto é, de fato, ecológico. Nesse caso, o consumidor precisaria acreditar na boa-fé desse fabricante.

Sendo assim, o ideal é procurar sempre pelo selo de certificação independente, que realmente atesta a sustentabilidade do material quanto às principais normas ambientais de produção e consumo.

Essa é a única maneira de evitar o risco de se levar gato por lebre ao deparar com produtos que se autodeclaram ecológicos, mas que, na verdade, apresentam apenas o selo autorregulador.

Conheça a história da criação dos Selos Verdes:

2.1. Selo Blau Engel

Com a pressão dos movimentos ambientalistas do final dos anos 1970, começaram a surgir os primeiros selos ambientais ao redor do mundo. Na Alemanha, por exemplo, surgiu o selo Blau Engel, ou “Anjo Azul”.

Criado em 1978 pelo governo alemão, o carimbo atesta produtos oriundos de reciclagem, de baixa toxicidade, fórmula livre de CFC (clorofluorcarbonetos), dentre outros aspectos sustentáveis. Estima-se que, em 2008, havia no país cerca de 3,6 mil produtos certificados com o selo Blau Engel.

2.2. Selos Green Seal e Ecolabel

O Green Seal é o selo verde norte-americano criado em 1989. Já o Ecolabel foi criado pouco tempo depois, em 1992, pela União Europeia. Ambas as certificações são independentes e, portanto, confiáveis.

Em contrapartida, por conta da elaboração de seus próprios selos, tanto os Estados Unidos quanto alguns países da União Europeia começaram a exigir a certificação ambiental também para os produtos de suas importações.

2.3. Selo Ecocert

Criado na França em 1991, o selo Ecocert está entre um dos mais respeitáveis em se tratando de certificação ecológica, sobretudo relacionada a produtos orgânicos. Em 2001, a Ecocert se estabeleceu também no Brasil, apoiando o desenvolvimento sustentável no país e certificando milhares de produtores locais.

2.4. Selo IBD Brasil

Assim como o Ecocert, o selo IBD (Instituto Biodinâmico) é referência em certificação quando o assunto é sustentabilidade, podendo ser facilmente identificado pelos consumidores.

Para termos uma ideia do nível de confiança do órgão, o IBD é a maior certificadora da América Latina e a única brasileira especializada em produtos ecológicos, com selos ambientais mundialmente reconhecidos.

2.5. Outras certificações ambientais brasileiras

No contexto da ECO-92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento), sediada no Rio de Janeiro em 1992, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) também criou uma certificação ambiental específica.

No caso brasileiro, trata-se, na verdade, da ratificação nacional do selo ISO 14001, que atesta a gestão básica de cuidados no tratamento de resíduos, práticas de reúso, controle de origem de matéria-prima, dentre outras questões ambientalmente relevantes.

Mas o “boom” dos selos verdes no mercado brasileiro se deu, de fato, nos anos 2000, sobretudo com a criação do selo Procel, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Esse selo é facilmente identificado nos eletrodomésticos mais modernos, atestando a eficácia do item aliada ao consumo reduzido de energia.

Atualmente, o Brasil já registra cerca de 20 selos verdes só no setor de agricultura orgânica, por exemplo. Além disso, algumas certificadoras internacionais também se instalaram em terras brasileiras, como a Forest Stewardship Council, que é referência no manejo florestal consciente.

3. Como os produtos ecológicos impactaram a indústria da limpeza?

Quando pensamos na nossa rotina doméstica, ficamos assustados ao perceber a quantidade de materiais de limpeza que já passaram pelo cotidiano do nosso lar, não é mesmo?

O susto é ainda maior ao descobrir que grande parte dessas substâncias que compramos no supermercado é extremamente prejudicial ao meio ambiente e à nossa própria saúde.

Isso porque, com a lavagem e enxágue nas tarefas domésticas, esses produtos são absorvidos por nosso organismo e caem também no sistema de esgoto. E, quando a rede não recebe o tratamento adequado, as substâncias tóxicas acabam atingindo os cursos d’água, o que compromete não só o saneamento urbano, mas toda a fauna e a flora aquáticas.

Esse pensamento é, geralmente, o pontapé inicial para refletirmos sobre a real necessidade desse tipo de produto na nossa rotina doméstica. Com esse ponto de partida, automaticamente passamos a notar a importância dos materiais sustentáveis, de modo a preservar tanto os ecossistemas quanto nossa própria saúde.

Foi justamente esse despertar da consciência ambiental dos consumidores o principal fator que fez os produtos ecológicos impactarem a indústria da limpeza, revolucionando um mercado antes tomado por produtos restritivos.

Ao se depararem com as novas necessidades de consumo consciente por parte da população, as empresas não tiveram outra saída senão investir em materiais ecológicos. O processo ainda é lento na maioria das indústrias, mas, felizmente, a semente da consciência ecológica vem sendo plantada no mercado.

Já existem, inclusive, lojas especializadas para atender as demandas dos consumidores mais exigentes, oferecendo apenas produtos sustentáveis e com garantia de origem. Essas lojas têm uma extensa e completa gama de materiais de limpeza ecológicos, sem abrir mão da eficácia e rentabilidade do produto.

Assim, o impacto dos materiais ecológicos na indústria da limpeza não poderia ser outro: ou as indústrias se adaptam e começam a oferecer alternativas sustentáveis de consumo ou perderão em competitividade e, consequentemente, ficarão sujeitas ao fracasso comercial.

Por outro lado, as empresas que estão investindo em práticas sustentáveis e ecológicas têm ganhado em credibilidade e reforço da marca. Afinal, agir de forma ecologicamente correta significa estar antenado com as melhores tendências do mercado e com o expressivo diálogo da responsabilidade social.

4. Por que consumir produtos ecológicos?

Alto rendimento, eficácia comprovada, volume reduzido e descarte consciente. Juntas, essas características expressam o potencial máximo de sustentabilidade que envolve o consumo de produtos ecológicos.

Para se ter uma ideia, se todos os amaciantes e sabões líquidos ou em pó fossem substituídos por suas versões ecológicas — mais concentradas —, haveria uma diminuição considerável na emissão de poluentes como os clorofluorcarbonetos na atmosfera.

O mesmo vale para as embalagens ecológicas e compactas — que favorecem, inclusive, o transporte de carga das mercadorias — e para os produtos de base vegetal  e biodegradáveis, ou seja, que se decompõem mais facilmente na natureza.

Uma dica para saber se o produto de limpeza é, de fato, ecológico é justamente checar no rótulo se ele é de base vegetal e biodegradável. Conceitualmente, materiais de base vegetal são todos aqueles que não têm elementos petroquímicos em sua fórmula. É isso o que os torna menos agressivos à saúde e ao ambiente.

Além de estarem livres de elementos derivados do petróleo em sua composição, os produtos de base vegetal e biodegradáveis são naturais, ou seja, fabricados a partir de matéria-prima 100% vegetal.

Por isso, quando falarmos de materiais de limpeza de base vegetal biodegradáveis e naturais, é comum que estejam presentes na fórmula substâncias como,  lavanda, eucalipto, óleo de coco, babosa, dentre outros elementos que servem como matéria-prima para essa produção.

Quanto à eficácia da limpeza feita com produtos de origem natural, não se preocupe. É comprovada! Afinal, quem não se lembra com satisfação do poder clareador e desengordurante do sabão de coco, por exemplo?

Enquanto os materiais de limpeza naturais saem na frente nos quesitos preservação, rendimento e eficácia, os produtos tradicionais do mercado são compostos por elementos petroquímicos altamente poluentes, capazes de alterar a estabilidade natural dos ecossistemas de maneira irreversível por conta do descarte tóxico.

Nesse sentido, vale a pena ressaltar que os materiais de composição de base vegetal e biodegradável surgiram justamente para barrar esse descarte tóxico. Isso porque ser biodegradável significa decompor-se por completo e mais rapidamente na natureza, freando emissão de poluentes.

Apenas tenha cuidado com eventuais fraudes, pois existem fabricantes que apresentam a especificação biodegradável no rótulo, mas cujo produto, na verdade, não é de base vegetal. Geralmente, o que acontece nesses casos é que o fabricante apresenta um material autointitulado biodegradável, porém com tensoativos petroquímicos.

Por isso, a dica é sempre procurar por lojas especializadas na hora de fazer a compra. Só assim você terá a garantia de que está adquirindo um produto de confiança: base vegetal, biodegradável e de eficácia comprovada.

4.1. Avanço na qualidade dos produtos ecológicos

Por si sós, as características listadas até aqui já representam motivos suficientes para se investir em alternativas sustentáveis de consumo.

Porém, se ainda restam dúvidas quanto à qualidade dos materiais ecológicos, fique tranquilo, pois as certificações ambientais presentes no rótulo também atestam para a qualidade e funcionalidade do produto em questão.

Além disso, se tomarmos por base que o conceito de qualidade está diretamente relacionado à satisfação dos consumidores diante das exigências e expectativas do produto, fica ainda mais fácil valorizar o consumo dos materiais ecológicos, já que eles aliam o uso racional dos recursos naturais do planeta à eficiência máxima do produto.

5. Benefícios dos produtos ecológicos e sustentáveis

Como foi visto, um dos grandes trunfos dos produtos ecológicos de base vegetal é diminuir consideravelmente o descarte tóxico na natureza, controlando a emissão de poluentes graves na atmosfera.

Isso acontece exatamente por conta da formulação vegetal, já que, desse modo, o material descartado será facilmente degradado por componentes biológicos naturais do meio, o que não aconteceria no caso dos produtos de origem convencional.

Além de garantir a estabilidade natural dos ecossistemas e a preservação do meio ambiente, os produtos ecológicos também são vantajosos para o seu bolso e a sua saúde. Essas vantagens são o que vamos te mostrar a seguir. Confira!

5.1. Produtos ecológicos não agridem sua saúde

Quem utiliza produto de limpeza convencional na faxina conhece bem estes sintomas: olhos vermelhos, narinas irritadas e mãos ressecadas. Muito grave, não é mesmo? Afinal, a preocupação com nossa saúde e o bem-estar da família deve vir em primeiro lugar.

Portanto, se você se identificou com essa situação, é um sinal de que já está passando da hora de substituir o material de limpeza da sua casa por alternativas ecológicas e de base vegetal. Assim, todos sairão ganhando: meio ambiente, sua saúde, sua família e até mesmo seus animais de estimação!

Geralmente, as opções de produtos de limpeza ecológicos têm também propriedades hipoalergênicas. Isso significa que a formulação está livre de quaisquer tipos de compostos que possam desencadear alergias.

5.2. Produtos ecológicos limpam melhor e rendem mais

Você pode até pensar que os materiais ecológicos custam mais caro. Mas não se engane, pois, ao comprar um produto sustentável, o custo/benefício é incontestável: esse tipo de material limpa mais (e melhor!) usando menos.

O que possibilita essa vantagem é que as opções de produtos ecológicos são mais concentradas, além de virem com a indicação de dosagem exata para o uso. Assim, o desperdício e também o consumo exagerado de água durante a limpeza são evitados.

Outra questão que gera dúvidas no consumidor está relacionada ao fato de os produtos ecológicos fazerem menos espuma. Vamos explicar: primeiramente, é preciso compreender que a espuma não está associada, de nenhum modo, à eficácia da limpeza.

Pelo contrário: a espuma é, na verdade, um indicativo das substâncias poluentes presentes na fórmula. Quanto mais espumoso for o produto, maior é a quantidade de elementos petroquímicos em sua composição.

Para entender como funciona o princípio ativo de limpeza dos produtos ecológicos, considere o seguinte padrão: o tensoativo biodegradável da fórmula vai atrair as moléculas de água de um dos lados e, do outro, as moléculas da sujeira, impulsionando a remoção total das impurezas.

6. Produtos biodegradáveis, base vegetal, naturais e hipoalergênicos: quais são as diferenças?

Ao longo da leitura, citamos algumas especificações envolvendo os produtos ecológicos, como aqueles de composição biodegradável e matéria-prima 100% vegetal. Para facilitar o entendimento, detalhamos a seguir o significado de cada uma dessas especificações. Veja nosso glossário!

6.1. Produtos biodegradáveis

São denominados produtos biodegradáveis todos aqueles que têm tensoativo biodegradável me sua formulação. Porém não a não ser que seja de base vegetal estes tensoativos são de origem petroquímica. É lei no Brasil, desde 1995, que o tensoativo presente em produtos de limpeza seja biodegradável, porem não de origem vegetal.

6.2. Produtos de base vegetal

Um produto pode ser biodegradável, mas não ser, necessariamente, natural. O requisito para que um produto seja considerado natural é que ele seja fabricado a partir de matéria-prima 100% vegetal.

Isso quer dizer que, ao longo de todo o seu processo de fabricação, não deve haver qualquer adição de componentes químicos, como conservantes ou corantes.

6.3. Produtos hipoalergênicos

Materiais de composição hipoalergênica e base vegetal são, sem dúvida, as opções mais seguras do mercado em termos de saúde, podendo ser utilizados pela maioria da população.

O processo de fabricação desse tipo de produto é simples: consiste em retirar da fórmula o máximo possível de componentes que tendem a causar eventuais alergias, como na pele ou mucosas.

Para garantir a eficácia dos materiais hipoalergênicos, as substâncias alérgicas da formulação são substituídas por agentes diferenciados, porém conforme o princípio ativo que se espera do produto.

Mas atenção: não confunda produto hipoalergênico com produto antialérgico. Enquanto o primeiro tem a função de retirar da fórmula os potenciais agentes causadores de alergia, o segundo é recomendado apenas como uma tratativa, ou seja, para os casos em que a alergia já foi desencadeada.

Pronto! Com este guia definitivo dos produtos ecológicos, você está apto a praticar a sustentabilidade em larga escala, cuidando bem do meio ambiente, da sua casa e do bem-estar da sua família.

Aproveite o conhecimento adquirido nesta leitura e considere estender essa reflexão para além dos hábitos de limpeza doméstica. Afinal, a consciência ambiental é mais do que uma escolha inteligente, e sim uma questão de urgência para a perpetuação do nosso planeta!

E aí? Ficou interessado nessas soluções ecológicas, mas não sabe por onde começar? Então entre em contato conosco! Vamos fazer de tudo para ajudar!

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